Alcântaras (CE)

Encravada nas altitudes verdejantes da Serra da Meruoca, Alcântaras desfruta de um clima ameno agradável e topografia montanhosa rara no sertão. Originou-se do histórico Sítio São José e emancipou-se em 1957. Destaca-se regionalmente pelo primoroso artesanato tradicional em palha, confecção de redes de dormir e agricultura familiar de hortaliças.

Aiuaba (CE)

Aiuaba, cujo nome em língua indígena tupi possui a bela significação de ‘Lugar de Bebida Saborosa’, situa-se nos Sertões dos Inhamuns. O município abriga em seu território a importantíssima Estação Ecológica de Aiuaba, um dos maiores redutos federais de preservação biológica da Caatinga. Sua economia é movida pela caprinocultura e agricultura rural.

Acopiara (CE)

Conhecida carinhosamente como a ‘Terra do Algodão’ no passado devido à farta e próspera produção da fibra no sertão central cearense, Acopiara cresceu ao redor de sua movimentada estação ferroviária. Emancipada em 1921, a cidade diversificou suas engrenagens econômicas voltando-se para o comércio atacadista, pecuária bovina e agricultura familiar.

Acaraú (CE)

Grandiosa cidade costeira e portuária do litoral norte cearense, Acaraú nasceu no século XVIII impulsionada pela pesca artesanal e pecuária. É consagrada contemporaneamente como um dos maiores polos produtores de lagosta e carcinicultura do país, exportando frutos do mar em larga escala e abrigando um forte e aquecido turismo ecológico praiano.

Acarape (CE)

Situada de forma imponente no Maciço de Baturité, Acarape possui importância histórica fundamental por ter sido a pioneira absoluta do Ceará na libertação dos escravos, antes mesmo da abolição nacional. Cresceu impulsionada pela cultura da cana-de-açúcar e antigos engenhos. Atualmente, sedia o campus da UNILAB, fortalecendo a integração estudantil e o setor de serviços.

Abaiara (CE)

Abaiara originou-se do antigo distrito de Milagres conhecido como São Pedro, obtendo sua autonomia política definitiva em 1957. Localizado na rica microrregião do Cariri cearense, baseia sua economia tradicional na agricultura familiar de subsistência e pequena pecuária extensiva, mantendo fortes traços de religiosidade e festejos juninos de padroeiro.

Xique-Xique (BA)

Histórica cidade assentada nas margens do Rio São Francisco, Xique-Xique nasceu no século XVII impulsionada pelo garimpo e navegação de barcas rústicas. O nome evoca o cacto xique-xique abundante na caatinga. É hoje polo pesqueiro de larga extração e destaca-se pelos projetos modernos de agropecuária irrigada na calha fluvial.

Wenceslau Guimarães (BA)

Wenceslau Guimarães vicejou no Baixo Sul baiano impulsionada pelas férteis lavouras de cacau. Após as crises fitossanitárias da região, transformou-se num dos maiores produtores de graviola e banana da Bahia. Abriga a Estação Ecológica Wenceslau Guimarães, importante e intocado reduto de preservação ambiental da Mata Atlântica baiana.

Wanderley (BA)

No Extremo Oeste da Bahia, Wanderley desbravou suas feições agrícolas em meados do século passado. Integrada à bacia do Rio Grande, a localidade desponta na pecuária bovina extensiva e na agricultura familiar sustentável de mandioca e milho, investindo continuamente na infraestrutura para o escoamento rodoviário produtivo regional.

Wagner (BA)

Wagner originou-se no início do século XX a partir do Instituto Ponte Nova, renomada instituição de ensino presbiteriana que revolucionou a educação no interior baiano. Localizada nas franjas da Chapada Diamantina, a cidade une sua valiosa herança educacional com uma economia agrícola baseada na agricultura familiar e na pequena pecuária de corte.